Aproximo-me da janela, conforme o meu humor se adapta ao clima... duma forma tão fácil, inevitável... tão natural.
Odeio a chuva.
Condiciona, como ninguém, a minha maneira de estar... a minha maneira de ser.
Os sorrisos tornam-se menos verdadeiros, o olhar perde a cor... A mente, enevoada, conforme a insegurança volta e conquista as minhas outroras vitórias. Duma forma tão terrivelmente fácil, inevitável... natural, até.
Os meus dedos tocam no vidro que me separa daquilo que me molda. Quase que consigo sentir o vento que envolve a rua, sugando o seu calor, tão lenta e perigosamente conforme a chuva rouba a sua cor.
Que visão tão feia.
Que dueto tão perfeito.
A vida afasta-se, uma e outra vez, as luzes ténebres dos carros iluminando as pequenas gotas que, sem ninguém se aperceber, fazem a diferença. A diferença que ninguém quer.
Mas eu quero.
Sinto o meu humor em perfeita harmonia. Agora não há nada a fazer. Apenas esperar... que a chuva passe e me devolva a minha pessoa novamente. Apenas para mais tarde voltar e tornar a fazer o mesmo.
As minhas mãos ficam frias. A chuva cai com mais intensidade.
Que visão tão bela.
Afasto-me da janela com um ligeiro sorriso, conforme meto as minhas mãos nos bolsos.
Adoro a chuva...
XOXO,
Danyella :)
Isto... isto... isto... isto... tá...
ResponderEliminarAMAZING!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! :O
:D :D :D :D :D :D :D :D :D :D :D
Genial, meu amorzinho... GENIAL!!! :'D <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3
hehe ;) thanks :)
ResponderEliminar